Esse espaço virtual nos dá a oportunidade de exercitar nossa capacidade de interpretação e argumentação a respeito dos diversos temas relacionados à Cultura Livre, Tecnologia, Filosofia...
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Piratas do Vale do Silício.
O filme conta através das personalidades de Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização.Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica. A namorada de Jobs fica grávida, e ele não quer assumir a criança. Mas acaba exigindo escolher o nome da filha – Lisa, mesmo nome que deu, em 1978, ao antecessor do Macintosh.Bill Gates é o completo oposto. Faz coleção de revistas Playboy e gosta de beber cerveja jogando pôquer com seus amigos Paul Allen e Steve Ballmer.No início dos anos setenta, os computadores, chamados de mainframes, eram de grande porte e ocupavam grandes espaços. Embora não houvesse computadores pessoais como os que tão comumente encontramos hoje, existia um público ansioso por poder usufruir dessa tecnologia. Alguns apaixonados pela eletrônica começaram a desenvolver protótipos de circuitos que poderiam ser microcomputadores. Entre eles, podemos mencionar os nomes de Steve Jobs e Steve Wozniak, que juntos desenvolveram uma espécie de primeiro computador pessoal como resultado de intensos trabalhos numa garagem. Eles deram o nome a esse protótipo de Apple.Com o sucesso do modelo, eles decidiram fundar uma empresa para aprimorar o microcomputador Apple e em 1977, surgiu a Apple Computer.No lançamento do Apple II em 1977 numa pequena feira de informática, Bill Gates, até então desconhecido, é esnobado por Steve Jobs. A partir deste momento ele resolve destruir a Apple.As grandes empresas como IBM, Xerox e outras não acreditavam na popularização dos computadores pessoais e nessa época não se interessaram pelo investimento. Mais logo perceberam o que estavam perdendo e começaram a retomada do tempo perdido na busca de produzir melhores computadores que a Apple Computer, que fechou a década como uma das melhores.Em 1980, a IBM decidiu entrar no setor e queria fabricar um microcomputador que superasse o Apple II da Apple. A empresa criou o hardware do computador, os circuitos lógicos em si, porém deveria haver um sistema operacional para que ele e os programas pudessem funcionar. Contratou então uma outra empresa, a Microsoft para criar um sistema operacional que fosse compatível com o seu projeto.Precisamente nesse ponto, entra na história a figura daquele que se tornaria um dos homens mais ricos de todos os tempos, Bill Gates. Ele comprou, por 50 mil dólares, os direitos de um sistema operacional quase pronto, que não tinha muito poder de processamento e nem muita memória, desenvolvido por outros universitários e fazendo algumas modificações, entregou-o para a IBM, que por sua vez lançou o IBM PC em 1981.Em um centro de pesquisa da Xerox, a APPLE é instrumentalizada com mecanismos que facilitam o uso dos computadores pelas pessoas. A partir disto a Apple cria o Macintosh e o Lisa, dois projetos com interface gráfica. É assim que surge a interface gráfica, ícones que através do mouse guiam à seleção e execução de tarefas.Mas, uma cartada de Bill Gates define a liderança da IBM e da Microsoft no mercado de computadores. Com muita malícia, ele fecha um contrato para fornecer programas para o Macintosh. Quando Jobs percebe, Bill já roubou sua tecnologia e criou o Windows – uma cópia deslavada do Macintosh.O filme termina com a Apple se rendendo, em 1997, a Bill Gates – coisa que realmente aconteceu.
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Identidade Cultural
A identidade cultural é um sistema de representação das relações entre indivíduos e grupos, que envolve o compartilhamento de patrimônios comuns como a língua, a religião, as artes, o trabalho, os esportes, as festas, entre outros. É um processo dinâmico, de construção continuada, que se alimenta de várias fontes no tempo e no espaço.
Fraternidade
A fraternidade é um conceito filosófico profundamente ligado às idéias de Liberdade e Igualdade e com os quais forma o tripé que caracterizou grande parte do pensamento revolucionário francês. Vale lembrar que dos três, foi o único que não esteve no lema Iluminista, que era "Liberdade, Igualdade, Progresso".
A idéia de fraternidade estabelece que o homem, enquanto animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.
Fonte: wikipedia: enciclopédia livre
A idéia de fraternidade estabelece que o homem, enquanto animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.
Fonte: wikipedia: enciclopédia livre
Ilha das Flores
O documentário “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado produzido em 1989, é de uma rara profundidade que exprime toda a banalização a que foi submetida o ser humano, por mais racional que este seja. Um ácido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. A lamentável condição de sub-existência dos habitantes da Ilha das Flores deixa as pessoas pasmas. A idéia do curta-metragem é mostrar o absurdo desta situação. Seres humanos que, numa escala de prioridade, estão depois dos porcos. Mulheres e crianças que, num tempo determinado de cinco minutos, garantem na sobra dos porcos (que por sua vez, alimentam-se da sobra de outros seres humanos com condições financeiras de escolher o alimento) sua alimentação diária.
Fonte: Cabeça de Doido
Fonte: Cabeça de Doido
Mudança cultural planejada
Há muito tempo que sabemos das dificuldades que são esperadas ao se promover a inovação em qualquer setor, lugar ou época. Surge primeiro a questão de recursos, depois a carência de tempo, adiante a falta de patrocínio político, de participação, de planejamento... enfim tudo isso, quer nesta ordem ou em outra, passam pelo checklist de obstáculos a ultrapassar em projetos inovadores.
Um fator que, apesar de também sabido e esperado, é colocado quase como uma desculpa caso o projeto esteja vertendo água é o cultural. Diz-se que o público-alvo não estava preparado, que estamos além de nosso tempo, que os paradigmas atuais estão cristalizados, que deve demorar anos para que seja absorvido e coisas assim.
Mas então, como é que se faz ? Como inovar sem provocar a mudança cultural ? Fomos preparados para absorver tão rapidamente a tecnologia ou a informação que recebemos nos últimos dez anos (ou nos últimos seis meses) ?
Pergunto isso porque acabei de assistir duas peças publicitárias de governo eletrônico que, ao meu ver, buscam preparar o ambiente de mudança cultural em face das novas tecnologias de relacionamento e transação governo cidadão.
A primeira delas vem da Bélgica, divulgando seu portal e as facilidades que o governo eletrônico proporciona aos moradores daquele país, assista:
segunda peça vem da Coréia, que usa o carismático personagem animado Pororo, um tipo de Turma da Mônica lá deles, para falar da facilidade e comodidade dos serviços públicos eletrônicos, aí vai:
Fonte: iGovBrasil
Um fator que, apesar de também sabido e esperado, é colocado quase como uma desculpa caso o projeto esteja vertendo água é o cultural. Diz-se que o público-alvo não estava preparado, que estamos além de nosso tempo, que os paradigmas atuais estão cristalizados, que deve demorar anos para que seja absorvido e coisas assim.
Mas então, como é que se faz ? Como inovar sem provocar a mudança cultural ? Fomos preparados para absorver tão rapidamente a tecnologia ou a informação que recebemos nos últimos dez anos (ou nos últimos seis meses) ?
Pergunto isso porque acabei de assistir duas peças publicitárias de governo eletrônico que, ao meu ver, buscam preparar o ambiente de mudança cultural em face das novas tecnologias de relacionamento e transação governo cidadão.
A primeira delas vem da Bélgica, divulgando seu portal e as facilidades que o governo eletrônico proporciona aos moradores daquele país, assista:
segunda peça vem da Coréia, que usa o carismático personagem animado Pororo, um tipo de Turma da Mônica lá deles, para falar da facilidade e comodidade dos serviços públicos eletrônicos, aí vai:
Fonte: iGovBrasil
EPIC 2015 e o futuro da internet
Sócrates
Acredita-se que Sócrates, em grego Σωκράτης, Sōkrátēs, (470 a.C. - 399 a.C.) foi um filósofo ateniense e um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental e um dos fundadores da atual Filosofia Ocidental. A fonte mais importante de informação sobre Sócrates é Platão (Alguns filósofos afirmam só se poder falar de Sócrates como um personagem de Platão, por ele nunca ter deixando nada escrito de sua própria autoria.). Os diálogos de Platão retratam Sócrates como professor que se recusa a ter discípulos, e um homem piedoso que foi executado por causa da conveniência de seu próprio Estado. Sócrates não acreditava nos prazeres dos sentidos, todavia se interessava pela beleza. Dedicava-se à educação dos cidadãos de Atenas, mas era indiferente em relação a seus próprios filhos.
Fonte: Wikipedia: enciclopédia livre
Fonte: Wikipedia: enciclopédia livre
Tecnologia ou Metodologia?
Essa é uma boa pergunta? Visto que hoje é muito comum acusar o computador pelas notas baixas de jovens alunos da rede pública de educação.
Segundo Paulo Freire: "O que se ensina é a relação entre as coisas e não a coisa em si."
Segundo Paulo Freire: "O que se ensina é a relação entre as coisas e não a coisa em si."